Desde que nascemos fazemos escolhas. Umas mais importantes e outras menos. Somos colocados à prova em todos os nossos momentos seja sobre nossa impulsividade, poder de decisão, perseverança, inteligência, resistência.
Não importa como ou quando; somos culpados pelas decisões que tomamos.
Se enfrentamos bem ou mal, com ou sem ajuda... isso, na realidade não importa. O que realmente importa é que consigamos dar um passo a frente.
As vezes, essa evolução, implica em alguns passos atrás. Mas quem neste mundo é tão perfeito ao ponto de não errar?
A verdade é que mesmo nossos erros mais crassos, nos dão lições importantes. Humildade, resignação, paciência, muitas vezes vem com esses erros
Somos culpados pelo que somos e fazemos. Não importa quanto a sociedade nos empurre a algo. Se não dermos o impulso ninguém vai nos fazer realizar algo bom ou mal.
Dizem que a sociedade inventa o crime e é o criminoso quem o comete. Isso já nos mostra o quão culpados somos. A sociedade pode criar, mas o criminoso tem o livre arbítrio de realizá-lo ou não.
É verdade que as vezes, é difícil remar contra a maré! Mas quem disse que viver é fácil? Quem disse que uma vida plena é só feita de momentos felizes? O que seria desses momentos felizes se não tivéssemos os tristes para compararmos e nos fazer crescer ou mudar aquilo que nos magoa ou fere a quem amamos?
A vida não é fácil! É cheia de angústias, desesperos, decepções, mas nunca é um fracasso completo.
Você se sente fracassado? Sem ânimo para realizar algo diferente? Que tal tentar começar enxergando o bem dentro de si mesmo? Exaltando aquilo que lhe é mais peculiar? Pode até não ser uma grande coisa, mas é um ponto de partida, e a partir desse ponto, você pode tentar encontrar coragem para novos desafios.
Toda vez que fracassar, poderá olhar para si e ver que, mesmo que tenha caído dessa vez, existe um lado seu forte o bastante para superar tudo.
Mesmo que isso seja considerado um defeito aos olhos dos outros, isso é o seu ponto forte, o que te faz alguém especial.
Não precisamos, e até talvez não possamos, ser os melhores em tudo, afinal, que sabor teria a vitória se não houvesse a derrota para nos mostrar que podemos ir além. Mas quedas dever ser impulsos para novos vôos.
O passarinho só aprende a voar, se jogando em um abismo. Ele tem todo o carinho e apoio de sua mãe em sua mais tenra idade. Mas ninguém cresce sob proteção constante. E quando chega o momento, a mamãe pássaro leva seu filhote até a beira do ninho e o empurra.
Pode parecer cruel aos nossos olhos destreinados, mas é uma experiência marcante, afinal mesmo que de maneira abrupta, esse passarinho terá de aprender a alçar novos vôos. E ele não será lançado a tal vôo, sem estar devidamente preparado. Mesmo que não saiba.
Conosco e a mesma coisa. Às vezes, fincam os dentro de nós um pensamento derrotista e simplesmente não abrimos nossas asas por acharmos mais cômodo nosso ninho.
Mas esse mesmo ninho reconfortante, fica pequeno, tedioso, inóspito com o passar do tempo. Não estamos aqui a passeio. Viemos aprender, nos aprimorar, evoluir e é nos jogando na vida, enfrentando medos e angústias, ganhando e perdendo pequenas batalhas, que nos fazemos vitoriosos, não somente aos nossos olhos, mas aos olhos dos outros.
Por esse motivo... arrisque-se! Literalmente, dê a cara a tapa! Mas nunca se esqueça que somos seres pensantes e, assim como temos nossa impulsividade, temos inteligência para encontrarmos os melhores meios de encarar a vida!

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